Aquele 1%

Então, é isso. Minhas gatinhas não se gostam. Mas por quê?

Sempre tem “aquele 1%” que desvia totalmente do padrão, não é? Em tudo nessa vida… Com gatos não seria diferente! E quando o assunto é adaptação entre gatos, aquele “1%” que não dá certo de jeito nenhum, parece pouco e nunca vai acontecer com a gente, até que…


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#1

Quando o processo de adaptação entre os gatos não dá certo de jeito nenhum, a vida de todos na casa (humanos e animais) pode virar de cabeça para baixo.

#2

Os conflitos entre gatos podem ter diversas origens, diversos tipos e proporções diferentes.

#3

O que podemos fazer para reverter a situação é nos informar, observar e conhecer ao máximo os nossos gatinhos, e, claro, visitando sempre o veterinário.


Por inúmeros possíveis motivos, às vezes, nossos gatinhos não suportam a ideia de conviver com outros companheiros felinos. Até mesmo passam a implicar com o companheiro de longas datas, ou então só aceitam um tipo de gato, como filhotes, ou não toleram filhotes, mas convivem com adultos. Vai saber. O fato é que isso pode vir a acontecer e também pode ser grave, tornando muito difícil e sofrida a vida de TODOS os envolvidos (sejam felinos, humanos ou demais espécies).

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O que faz um gatinho que tem casa, comida e carinho se sentir tão mal, a ponto de atacar seu companheiro com tanta raiva? O que faz o outro gatinho para despertar essas atitudes em seu companheiro? O que fazer além do que já foi feito, dentro das limitações de tempo e espaço? Isso um dia vai ter fim? No meu caso, a única certeza que sempre tive é de que eu nunca “doaria” nenhuma de minhas gatinhas. O resto era só dúvida e desespero. Busquei ajuda com pessoas experientes, pesquisei muito, consultei veterinária especializada e me muni de informações, que a partir de agora divido com vocês.

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Então, vamos começar do começo, que é melhor!

Antes que qualquer coisa, todo tutor deve sempre observar o seu gatinho. Saber como ele age normalmente nas situações cotidianas e também nas adversas, não só nos ajuda a nos relacionarmos melhor com eles, mas também a poder agir com rapidez em casos de doenças ou dores, que são muitas vezes percebidos ao se observar mudanças de comportamento, como xixi fora da caixa, lambeduras excessivas, agressividade, medo, prostração, etc. Então temos que saber como cada gato age individualmente e também em grupo e ficar sempre atentos aos sinais de mudanças.

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Por isso, tão importante quanto tentar entender sobre o comportamento dos seus gatinhos, é manter as visitas ao veterinário sempre em dia e relatar ao profissional todos os acontecimentos relacionados ao comportamento que você puder perceber e também fazer a maior quantidade de perguntas possíveis. Somente o veterinário pode diagnosticar e tratar quaisquer condições nos gatos, e, para tanto, as informações sobre o ambiente onde ele vive e como se comporta são essenciais para que ele possa cobrir todas as possibilidades.

O que nós, como tutores responsáveis que somos, podemos e devemos fazer é nos informar! Esse é o objetivo deste espaço, vamos espalhar conhecimento!

Acompanhe nossos próximos posts sobre Comportamento Felino e vamos conhecer os aspectos da personalidade dos gatos e como podemos melhorar a qualidade de vida dos nossos amados gatinhos.

<3

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3 thoughts on “Aquele 1%”

  1. Pingback: Introdução, Reintrodução e Adaptação de Gatos: passo-a-passo comentado - Gatinhos Problema

  2. Manu

    Ola, estou adorando tudo do blog. Tenho situação bem parecida e isso ja dura mais de ano rs. O meu gato (churrasquinho) e a gata (lolla) do meu marido não se dão. Ele é um folgado e quer mandar, e ela é muito brava rs. Agora estamos com um filhote de quarentena para ver se melhora e o churrasquinho esquece a lolla pelo menos por um tempo. Adorei a dica da porta, vou tentar fazer uma parecida.

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